Como funciona o mercado de Crédito de Carbono

Como funciona o mercado de Crédito de Carbono

Como funciona o mercado de crédito de carbono?

Através de Compensações:

Cada tonelada de CO2e (equivalente) não emitida ou retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento pode ser negociada no mercado mundial.

Cada tonelada de CO2e corresponde a um Crédito de Carbono.

Os Créditos de Carbono, são gerados a partir de Projetos de MDL ou REDD.

Resumindo: Crédito de Carbono é o mecanismo que permite aos países em desenvolvimento, vender “Créditos de Carbono” a um país desenvolvido para que este possa atender parte da redução de emissões de gases de efeito estufa exigida pelo protocolo de Kyoto.

Portanto, os países que não conseguirem atingir suas metas terão liberdade para investir em Projetos de Carbono de países em desenvolvimento.

A compra dos créditos permite-lhes manter ou aumentar suas emissões .

Estes créditos de carbono são considerados commodities (mercadorias negociadas com preços estabelecidos pelo mercado internacional).

A partir dos anos 2000, entrou em cena um mercado voltado para a criação de projetos de redução da emissão dos gases que aceleram o processo de aquecimento do planeta.

O mercado de créditos de carbono, surgiu a partir do Protocolo de Quioto; acordo internacional que estabeleceu que os países desenvolvidos deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) 5,2% em média, em relação aos níveis medidos em 1990.

O Protocolo de Quioto criou o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que prevê a redução certificada das emissões. Uma vez conquistada essa certificação, quem promove a redução da emissão de gases poluentes tem direito a créditos de carbono e pode comercializá-los com os países que têm metas a cumprir.

PROJETOS DE CRÉDITOS DE CARBONO – QUAL O PRIMEIRO PASSO PARA FAZER UM PROJETO DE CRÉDITOS DE CARBONO?

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PROJETOS DE CRÉDITOS DE CARBONO

MERCADO IMOBILIÁRIO: desburocratizar para crescer!

PROJETOS DE CRÉDITOS DE CARBONO

O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Quioto, determina que os países obrigados a reduzir as suas emissões de gases podem comprar “créditos de carbono” de países que ainda não têm esta obrigação, e implementar projetos em nações em desenvolvimento que levem à redução do efeito estufa.

O Protocolo de Kyoto/Quioto é um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que agravam o efeito estufa, criado em 1997, ratificado em 15 de março de 1999, o Protocolo entrou em vigor no dia 16 de fevereiro de 2005. De acordo com a maioria das investigações científicas, os gases de efeito estufa são as causas antropogênicas do aquecimento global.

As motivações ambientais para o Protocolo de Quioto, foram as alterações climáticas que têm vindo a ser identificadas como uma das maiores ameaças ambientais, sociais e econômicas que o planeta e a humanidade enfrentam na atualidade.

A temperatura média do planeta, aumentou 0,74 º C desde o final de 1800. É previsto um aumento entre 1,8 °C a 4 °C até ao ano de 2100, o que implica alterações climáticas drásticas caso não se tomem as medidas necessárias para frear o processo.

O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Quioto, foi criado de forma a auxiliar os países desenvolvidos e os de economia em transição para o capitalismo, a cumprirem suas metas de redução ou limitação de emissões, o Protocolo de Quioto contemplou três mecanismos de flexibilização:

Comércio de Emissões, Implementação Conjunta e Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

Por meio do MDL, um país desenvolvido ou de economia em transição para o capitalismo pode comprar “créditos de carbono”, denominados “reduções certificadas de emissões” (RCEs) resultantes de “atividades de projeto” desenvolvidas em qualquer país em desenvolvimento que tenha ratificado o Protocolo. Isso é possível desde que o governo do país onde ocorrem os projetos concorde que a atividade de projeto é voluntária e contribui para o desenvolvimento sustentável nacional.

Na perspectiva do funcionamento do mecanismo, o proponente deve elaborar, inicialmente, um documento de concepção do projeto, aplicando uma metodologia previamente aprovada pelo Comitê Executivo do MDL para definição de linha de base e monitoramento.

Após a elaboração do documento, o projeto precisa ser validado por uma Entidade Operacional Designada (EOD) e aprovado pela Autoridade Nacional Designada (AND), que, no Brasil, é a Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima (CIMGC), criada pelo Decreto Presidencial de 7 de julho de 1999, tem por finalidade articular as ações de governo decorrentes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima e seus instrumentos subsidiários de que o Brasil vier a ser parte.

Uma vez aprovados e validados, os projetos são submetidos ao Conselho Executivo da UNFCCC para registro. Inicia-se, então, o monitoramento e a verificação das reduções de emissões do gás de efeito estufa pertinentes ao projeto, para, finalmente, serem emitidas as Reduções Certificadas de Emissões (RCEs).

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Aquicultura no Brasil com o Secretário da Pesca Jorge Seif

Aquicultura no Brasil com o Secretário da Pesca Jorge Seif

Aquicultura em desenvolvimento no Brasil com o Secretário da Pesca jorge Seif Júnior . Desburocratizar para crescer mais ainda.

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Bolsonaro entrega hoje reforma da Previdência ao Congresso

Bolsonaro entrega hoje reforma da Previdência ao Congresso

Fonte: Folha Política – Publicado em 20 de fev de 2019

Depois de mais de um mês de discussões entre as áreas econômica e política do governo, a principal proposta da área econômica será apresentada hoje (20). Às 9h30, o presidente Jair Bolsonaro irá à Câmara dos Deputados, acompanhado de ministros, entregar a proposta de reforma da Previdência, que pretende instituir idades mínimas de aposentadoria para os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada. Bolsonaro entregará o texto ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Na Casa, a proposta passará primeiramente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), depois irá para uma comissão especial, antes de ir a plenário. Se aprovada em dois turnos por pelo menos três quintos dos deputados (308 votos), a reforma segue para o Senado. Durante o dia, o presidente gravará um pronunciamento explicando a necessidade de reformar a Previdência.

Elaborado em conjunto pela equipe econômica e pelo gabinete presidencial, o discurso será transmitido à noite em cadeia nacional de rádio e televisão.

Explicações:

O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, também participarão da cerimônia de entrega do texto. Da Câmara dos Deputados, eles irão direto para o 3º Fórum de Governadores, que ocorre nesta quarta-feira. Guedes e Marinho apresentarão a proposta para os chefes estaduais. Atualmente, sete estados estão em situação de calamidade financeira em meio a orçamentos comprometidos com a folha de pagamento e com as aposentadorias dos servidores locais. Enquanto Guedes e Marinho estiverem explicando a proposta aos governadores, técnicos da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho detalharão todos os pontos da reforma da Previdência a jornalistas. Na semana passada, Marinho confirmou que o texto proporá a idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres, com calendário de transição de 12 anos. Detalhes Entre os detalhes a serem divulgados hoje estão as mudanças nas aposentadorias especiais de professores, policiais, bombeiros, trabalhadores rurais e profissionais que atuam em ambientes insalubres. Também serão informadas as propostas para regras como o acúmulo de pensões e de aposentadorias e possíveis mudanças nas renúncias fiscais para entidades filantrópicas. Falta saber ainda como ficarão o fator previdenciário, usado para calcular o valor dos benefícios dos trabalhadores do setor privado com base na expectativa de vida, e o sistema de pontuação 86/96, soma dos anos de contribuição e idade, atualmente usado para definir o momento da aposentadoria para os trabalhadores do setor privado. Em relação aos servidores públicos, ainda não se sabe qual será a proposta para a regra de transição. Também nesta quarta-feira, o governo informará como incluirá na proposta a mudança para o regime de capitalização, no qual cada trabalhador terá uma conta própria em que contribuirá para a aposentadoria. Atualmente, a Previdência dos setores público e privado é estruturada com base no sistema de repartição, onde o trabalhador na ativa e o empregador pagam os benefícios dos aposentados e pensionistas. Para viabilizar a migração de regime, o governo tem de incluir um dispositivo na Constituição que autoriza o envio de um projeto de lei – complementar ou ordinária – para introduzir o novo modelo depois da aprovação da reforma. Será revelado ainda se o governo enviará o projeto para reformular a Previdência dos militares junto da PEC ou em outro momento. Tramitação O governo calcula que a reforma vai permitir uma economia de R$ 800 bilhões a R$ 1 trilhão nos próximos dez anos. Por se tratar de uma PEC, a reforma da Previdência precisa ser votada em dois turnos na Câmara e no Senado, com o apoio de no mínimo três quintos dos deputados e dos senadores em cada votação.


Pronunciamento de Bolsonaro, Paulo Guedes, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre – Reforma da Previdência
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Porto do Açu – RJ: investimentos que trazem gigantesco retorno


Contrato de Porto do Açu deve gerar 13,5 mil empregos, diz ministro

Publicado em 18/02/2019 – 21:27

Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Porto do Açu – RJ: investimentos que trazem gigantesco retorno

O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse hoje (18) que a assinatura de contrato de adesão do Terminal da Gás Natural Açu (GNA) no Porto do Açu, localizado no município de São João da Barra, no Rio de Janeiro, deve gerar cerca 13,5 mil empregos diretos e indiretos. O contrato visa a construção de um complexo, que envolve o terminal e a construção do maior complexo termelétrico a gás natural da América Latina.

Feito por meio de uma parceria entre as empresas Prumo Logística, a BP e a Siemens, o projeto da GNA inclui a construção de um terminal de regaseificação de GNL e a instalação de duas usinas termelétricas com capacidade total de 3 GW, contratadas em leilão de energia em 2014. Os investimentos previstos para os projetos das térmicas GNA1 (1,3 GW) e GNA2 (1,7 GW) e do terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) do Porto do Açu somam R$ 8 bilhões até 2023.

Mais duas termelétricas

O início da operação das duas usinas e do terminal está previsto para 2021. A perspectiva é que a energia gerada consiga abastecer 14 milhões de residências. Em uma segunda fase, a partir de 2023, a empresa deve investir mais R$ 8,5 bilhões em mais duas termelétricas e outro terminal portuário.

“São R$ 16,5 bilhões de investimento realizado pela iniciativa privada, com geração de 4 mil empregos diretos e 9,5 mil indiretos. Isso é algo extremamente relevante”, disse o ministro durante coletiva após a assinatura do contrato.

Além da importação de GNL, os planos do Porto do Açu incluem a construção de instalações de processamento de gás e gasodutos para torna-se uma rota de escoamento de gás das bacias de Santos e Campos, o que abre caminho para uso futuro do gás produzido no pré-sal.

Porto Santarém

Antes, o ministro participou da assinatura do contrato de arrendamento referente à outorga e investimentos no Consórcio Porto Santarém, no Pará. O contrato no valor de R$ 175 milhões é relativo à exploração de uma área de 35.097 m² do terminal STM 05 no Porto Organizado de Santarém, destinado à movimentação de combustíveis.

Os recursos deverão ser aplicados na ampliação dos tanques de armazenamento (gasolina, diesel e etanol), no atendimento a requisitos de segurança e na prestação de serviço adequado, conforme previsto em contrato.

A validade do contrato, assinado pelo grupo formado pela Petrobras Distribuidora S.A e Petróleo Sabbá, é de 25 anos, prorrogáveis por mais 25. A previsão é que sejam investidos aproximadamente R$ 175 milhões.

Pujança

O Secretário Nacional dos Portos e Transportes Aquaviários do Ministério da Infraestrutura, Diogo Piloni, o projeto apresentado pelas empresas é muito mais ousado que inicialmente pelo governo. “Isso mostra a pujança que o setor privado tem na proposta de seus projetos”, disse o secretário.

De acordo com o diretor de desenvolvimento de negócios do consórcio, Nilton Gabardo o objetivo é modificar a logística de abastecimento na Região Norte. Todo o combustível que vem do estado do Amazonas, por meio de balsas, passará pelos terminais de Santarém para ser repassado para caminhões-tanque, que farão a distribuição do produto no oeste paraense.

“O projeto viu a oportunidade de transformar a logística do porto, que hoje trabalha com barcaça, para navios de longo curso. É um projeto ambicioso, mas que, se funcionar, a gente muda a logística de suprimento de Santarém na região e impacta até em Mato Grosso”, disse Gabardo.

Fusão

Questionado sobre a possibilidade de fusão entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o ministro disse que ainda não havia uma definição sobre o tema, que ainda está em estudo. De acordo com o ministro, antes de propor a fusão, ele vai conversar com diferentes setores, empresas e parlamentares para discutir sobre a ideia.

“Todos os cuidados serão tomados. Só vamos mandar um projeto neste sentido quando houver certeza de que essa é a melhor saída”, disse.

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Leilão de 12 aeroportos com investimentos de R$ 3,5 bi


Bolsonaro comemora leilão de aeroportos: ‘apenas os primeiros passos… – Folha Política.org

Leilão de 12 aeroportos com investimentos de R$ 3,5 bi

O presidente Jair Bolsonaro, divulgou em sua conta no Twitter, o leilão de 12 aeroportos no Programa da Parcerias e Investimentos (PPI), com estimativa de investimentos na faixa de R$ 3,5 bilhões. Os ativos a serem leiloados foram divididos em três blocos: Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

No primeiro inclui os aeroportos de Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE), João Pessoa e Campina Grande, na Paraíba. Já no segundo é formado pelos terminais de Vitória (ES) e Macaé (RJ), o terceiro é composto pelos aeroportos de Cuiabá, Sinop, Rondonópolis e Alta Floresta, todos em Mato Grosso.

“Todos os leilões dos aeroportos citados estão previstos para serem realizados até março deste ano”, escreveu Bolsonaro. Ele afirma que a medida oferecerá “qualidade no serviço específico, empregabilidade e economia”.

O Presidente da República, Jair Bolsonaro celebrou o que deverá ser o primeiro leilão de seu governo. “Estes são apenas os primeiros passos dentro desta área”, afirmou o Presidente

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“Estamos determinados a mudar os rumos do país”, diz Bolsonaro no Twitter”


Valter Campanato/Agência Brasil

“Estamos determinados a mudar os rumos do país”, diz Bolsonaro no Twitter”

“Assumimos um Brasil ainda em crise em todos os sentidos. Sabemos a dificuldade que é tentar consertar tudo isso. O sistema não desistirá, mas estamos determinados a mudar os rumos do país e fazer diferente dos anteriores, já que são eles os responsáveis pelo que estamos passando”, escreveu Jair Bolsonaro .

Fonte: Último Segundo – iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2019-02-17/jair-bolsonaro.html

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