Palestra UnB – Inovação e Sustentabilidade

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Palestra UnB – Inovação e Sustentabilidade

O iNOVATECH, evento de inovação da UNB, tem como objetivo promover um ambiente universitário formado de alunos que tenham a interesse de empreender e inovar, consequentemente contribuindo cada vez mais com o progresso de avanços tecnológicos cada vez mais necessários para o desenvolvimento do Brasil. Assim, contribuindo para preparar pessoas mais competentes para enfrentar o mercado de trabalho e, oferecer soluções para um Brasil mais desenvolvedor e inovador. O evento propõe através de palestras, minicursos e mesas redondas, colocar os participantes em contato com metodologias e experiências de inovadores vindos de dentro e fora da universidade, além de expor os trabalhos de alunos que já estão contribuindo com a universidade neste quesito.

evento

Dra. Gisele Victor Batista – Geógrafa, Licenciada pela Universidade do Estado de Santa Catarina e Bacharel pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestre em Geografia pela UFSC, na área de Análise da Qualidade Ambiental. Doutora em Engenharia Civil pela UFSC, na área de concentração de Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial. Possui MBA Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas/DF e atualmente cursa o MBA em Gestão de Negócios, Controladoria e Finanças Corporativas pelo Instituo de Pós-Graduação e Graduação – IPOG/DF. É diretora da Harpia, empresa especializada em Licenciamento Ambiental, Projetos de Economia de Baixo Carbono, Financiamentos Internacionais para Projetos Sustentáveis, Geração de Capital Verde, Estruturação de Negócios Inovadores, Matchmakinge Relações Internacionais. Possui larga experiência em elaboração e gerenciamento de projetos técnicos e financeiros, nos segmentos público e privado. É sócia-membro do Instituto Histórico Geográfico de Santa Catarina (IHGSC) e do Distrito Federal (IHGDF), Colunista da Revista VOX – A cara e voz do legislativo, além de diversas publicações, científicas e internacionais, sobre sustentabilidade, mercado de carbono, gestão territorial e geotecnologias aplicada ao licenciamento ambiental.

Palestra: Green Business – Dra. Gisele Victor Batista Finanças e Oportunidades de Negócios

palestra gisele presidente prudente

Palestra: Green Business 
Finanças e Oportunidades de Negócios

Dra. Gisele Victor Batista

Financiamentos Internacionais, Matchmaking e Relações Internacionais, Estruturação e Modelagem de Negócios, Elaboração de Planos de Negócios, Expansão e Gestão Corporativa e Capital Verde (Green Bonds, Créditos de Carbono, Cota de Reserva Ambiental).

Dra. Gisele Victor Batista – Geógrafa, Licenciada pela Universidade do Estado de Santa Catarina e Bacharel pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestre em Geografia pela UFSC, na área de Análise da Qualidade Ambiental. Doutora em Engenharia Civil pela UFSC, na área de concentração de Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial. Possui MBA Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas/DF e atualmente cursa o MBA em Gestão de Negócios, Controladoria e Finanças Corporativas pelo Instituo de Pós-Graduação e Graduação – IPOG/DF. É diretora da Harpia, empresa especializada em Licenciamento Ambiental, Projetos de Economia de Baixo Carbono, Financiamentos Internacionais para Projetos Sustentáveis, Geração de Capital Verde, Estruturação de Negócios Inovadores, Matchmakinge Relações Internacionais. Possui larga experiência em elaboração e gerenciamento de projetos técnicos e financeiros, nos segmentos público e privado. É sócia-membro do Instituto Histórico Geográfico de Santa Catarina (IHGSC) e do Distrito Federal (IHGDF), Colunista da Revista VOX – A cara e voz do legislativo, além de diversas publicações, científicas e internacionais, sobre sustentabilidade, mercado de carbono, gestão territorial e geotecnologias aplicada ao licenciamento ambiental.

ACRE É REFERÊNCIA EM PROJETOS DE REDD NO MUNDO

PROJETOS DE CARBONO – CRÉDITO DE CARBONO – MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL

acre é referência

ACRE É REFERÊNCIA EM PROJETOS DE REDD NO MUNDO

PROJETOS DE CARBONO – CRÉDITO DE CARBONO – MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL

Gisele Victor Batista

Ao que tudo indica, os projetos de REDD estão de volta, sobretudo ao Estado do Acre. Esta semana a região recebeu a comitiva do banco Alemão KFW e do Reino Unido para apresentar os resultados referentes ao Programa REM (REDD Early Movers – pioneiros na conservação) e para negociar a cooperação de um novo acordo, desdobrando-se na segunda fase do programa.

Na primeira fase, o REM recebeu investimentos na ordem de R$ 85 milhões, pagamento por resultados de emissões de carbono reduzidas, geradas pela redução do desmatamento. Contudo, os ganhos ultrapassaram a questão ambiental e promoveram melhoramentos sociais, uma vez que o Acre tem transformado sua realidade por meio da consolidação de uma política de desenvolvimento sustentável.

Se por um lado esta visibilidade aumenta a responsabilidade do Governo do Acre e dos proprietários de terras na busca de preservação da Floresta Amazônica, por outro, é uma excelente oportunidade para a elaboração e implementação de projetos de REDD na região, que associado a projetos de Manejo Florestal Sustentável, podem aumentar ainda mais os rendimentos, transformando a Floresta em ativos ambientais e aumentando a conservação dos recursos naturais.

Segundo relato da coordenadora do Programa REM do KfW, Christiane Ehringhaus, quando se trata de projetos de Florestas, o Acre é citado no mundo inteiro como um exemplo de REDD bem sucedido. Isto fortalece os projetos de REDD que são gerados no Estado, colocando o Acre num patamar de referência onde o desenvolvimento pode estar aliado ao sustentável.

Para saber mais: http://www.agencia.ac.gov.br/acre-apresenta-resultados-e-negocia-segunda-fase-do-programa-global-rem/

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Dra. Gisele Victor Batista – Economia de baixo carbono na agricultura

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Dra. Gisele Victor Batista – Economia de baixo carbono na agricultura – Fórum das Cooperativas Agropecuárias – Confira aqui a entrevista

O Fórum das Cooperativas Agropecuárias reuniu um público altamente qualificado, formado em sua maioria por presidentes e Vice-Presidentes de cooperativas agropecuárias, que buscam soluções para seus desafios de gestão e governança, compartilhar experiências de expansão de negócios, fidelização de cooperados e networking de qualidade.

A Harpia Meio Ambiente visa auxiliar essas Cooperativas na busca por soluções ambientais e sustentáveis, no contexto da agricultura de baixo carbono!

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MADEIRA CERTIFICADA É NEGÓCIO DE OURO NO BRASIL

madeira certificada

MADEIRA CERTIFICADA É NEGÓCIO DE OURO NO BRASIL

Gisele Victor Batista

ECONOMIA DE BAIXO CARBONO – MERCADO DE CARBONO – MADEIRA SUSTENTÁVEL
O Brasil possui grande importância no cenário internacional de madeira, atendendo mercados estratégicos como Estados Unidos, China e União Europeia. No Brasil, 37,5% de toda a madeira produzida é utilizada para a produção de celulose, sendo que a produção de serrados, painéis e compensados consome 15,8%, 7,8% e 3,5%, respectivamente. O restante (35,4%) é destinado à produção de lenha, carvão vegetal e outros produtos florestais. Com exceção da lenha, do carvão vegetal e dos painéis de madeira industrializada, cujo consumo está basicamente concentrado no mercado interno, os demais produtos destinamse, prioritariamente, ao mercado externo. Boa parte dos produtos secundários (móveis, papel, pisos, molduras, ferro e aço, etc.) também é exportada, demonstrando, assim, a importância do cenário internacional para o setor florestal brasileiro (Revista da Madeira, 2013).
No que se refere ao mercado de madeira manejada, registra-se que no mundo cerca de 1,6 bilhões de hectares de florestas que são manejados de forma sustentável, segundo dados de 2010 da Food and Agriculture Organization of United Nations (FAO). O Brasil, mais uma vez, possui destaque no mercado internacional de madeira, encontrando Manejo Florestal Sustentável o rumo certo para o crescimento econômico e a preservação das florestas.
Em 2009, na Amazônia Legal existiam 2.227 empresas madeireiras em funcionamento. Aproximadamente 66% eram serrarias e 18% eram microsserrarias, sendo que as beneficiadoras somaram 8%, as laminadoras/faqueadoras somaram 6% e as fábricas de painéis somaram pouco menos de 2%. Essas madeireiras extraíram em torno de 14,2 milhões de metros cúbicos de madeira em tora, que resultou na produção de 5,8 milhões de metros cúbicos de madeira processada. Isso representou um rendimento médio de processamento de 41%. A maioria (72%) dessa produção era madeira serrada com baixo valor agregado (ripas, caibros, tábuas e similares). Outros 15% foram transformados em madeira beneficiada com algum grau de agregação de valor (pisos, esquadrias, madeira aparelhada, etc.); e o restante (13%), em madeira laminada e compensada (SFB & IMAZON, 2010).
As exportações dos produtos florestais brasileiros caracterizam-se como produtos primários ou semielaborados, aspectos que certamente interfere em negociações comerciais, destacadamente, preço, volume, especificação e qualidade do produto. Contudo, na cadeia internacional da madeira, podemos destacar o papel de grandes importadores de produtos primários que fazem a reindustrialização para, posteriormente, atender aos seus mercados internos, mas também, revender no mercado global.
Dentre os principais importadores de nossos produtos madeireiros estão: Estados Unidos (US$2.195.176.805), China (US$2.059.321.632), Países Baixos (US$949.211.608), Itália (US$793.114.643) e Argentina (US$494.274.710). (SFL, 2016)
O setor florestal brasileiro desempenha um papel de significativa importância e contribuição para o desenvolvimento econômico e social do país. No entanto, sua participação no mercado internacional está aquém do potencial que apresenta, considerada a grandeza da demanda mundial e o tamanho de nossas florestas.
Para saber mais:
http://www.florestal.gov.br/documentos/publicacoes/2230-boletim-snif-producao-florestal-2016/file

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http://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2017/05/o-credito-de-carbono-sera-nova-commodity-do-brasil.html

Negócios sustentáveis podem render trilhões e conquistar a confiança da sociedade

negocios sustentaveis no acre

Negócios sustentáveis podem render trilhões e conquistar a confiança da sociedade 

Adaildo Neto
2017 

A boa notícia vem de Londres, onde foi publicado segunda-feira, 16, o mais recente Relatório da Business & Sustainable Development Commission (Comissão de Desenvolvimento Sustentável e Empresarial), assinado por 35 diretores executivos (CEOs) e líderes, afirmando que a próxima década vai oferecer grandes oportunidades em mercados-chave a empresas dispostas a enfrentar desafios sociais e ambientais. O documento afirma que os negócios sustentáveis podem gerar pelo menos US$ 12 trilhões e reparar o sistema econômico global.

A informação se encaixa como uma luva nos esforços do Acre para desenvolver, junto a países ricos, contratos que viabilizem seu programa de sustentabilidade com uma economia de baixo carbono. A propósito, o governador Tião Viana e alguns secretários e assessores estão nestes dias no estado norte-americano do Colorado, mostrando resultados obtidos na Califórnia e junto ao banco de desenvolvimento KfW da Alemanha.

A partir do Zoneamento Ecológico-Econômico do Acre (ZEE), concluído em 2010, o estado tem contado com um instrumento de desenvolvimento centrado na perspectiva da sustentabilidade, e tem avançado na gestão dos recursos naturais, na governança rural e nas economias de base florestal.

Desafio global

Os CEOs da Comissão acreditam que, além de abrir oportunidades econômicas no valor de pelo menos US$ 12 trilhões, seja possível gerar até 380 milhões de empregos por ano até 2030, desde que se coloquem as Metas de Desenvolvimento Sustentável, ou Metas Globais, no centro da estratégia econômica mundial, desencadeando “uma mudança radical no crescimento e na produtividade, com um boom de investimento em infraestrutura sustentável como fator crítico”.

Isso somente aconteceria, entretanto, com mudança significativa na comunidade empresarial e de investimento. “É necessária uma verdadeira liderança para que o setor privado se torne um parceiro confiável no trabalho com governos e com a sociedade civil para consertar a economia”, registra o documento.

A comissão reconhece: “Embora nas últimas décadas centenas de milhões de pessoas tenham sido retiradas da pobreza, houve também um crescimento desigual, mais insegurança no campo do emprego e um endividamento cada vez maior. Esses fatores alimentaram uma reação antiglobalização em muitos países, com interesses empresariais e financeiros considerados centrais para o problema, minando o crescimento econômico de longo prazo que o mundo precisa”.

O que será necessário para que as empresas sejam fundamentais para criar uma economia de mercado sustentável, que possa ajudar a atingir os Objetivos Globais?- indaga a comissão. A resposta é dada por membros dela:

“Este relatório é um apelo à ação para líderes empresariais. Nós estamos no limite e não mudar resultará em mais oposição política e em uma economia que simplesmente não funciona para um número suficiente de pessoas. Temos que mudar para um modelo de negócio que funcione para um novo tipo de crescimento inclusivo”, afirma Mark Malloch-Brown, presidente da Business & Sustainable Development Commission.

“Muitos estão agora percebendo as enormes oportunidades que existem para empresas esclarecidas e dispostas a enfrentar estes desafios urgentes. Mas cada dia que passa é mais uma oportunidade perdida para a ação. Devemos reagir de forma rápida, decisiva e coletiva para garantir um mundo mais justo e próspero para todos”, afirma Paul Polman, CEO da Unilever.

Embora as oportunidades sejam convincentes, a Business & Sustainable Development Commission deixa claro que duas condições críticas devem ser atendidas para criar esses novos mercados. Primeiro, será necessário um financiamento inovador de fontes públicas e privadas para liberar os US$ 2,4 trilhões necessários anualmente para alcançar os Objetivos Globais.

“Também precisamos de novas parcerias otimizadas com governos e comunidades que possam reduzir os riscos para todos e trazer mais investimento privado a um custo mais baixo para o desenvolvimento de infraestrutura sustentável”, explica Hendrik du Toit, CEO da Investec Asset Management.

“A promessa dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e do Acordo Climático de Paris é um mundo livre de carbono e com pobreza zero. Para alcançar esses Objetivos Globais, precisamos recuperar confiança. Um novo contrato social para as empresas onde as pessoas, seu meio ambiente e desenvolvimento econômico sejam reequilibrados pode garantir que todos os filhos e filhas sejam respeitados com liberdade, salário mínimo adequado, acordos coletivos e trabalho seguro garantido.

Somente um novo modelo de negócios baseado em antigos princípios de direitos humanos e justiça social irá apoiar um futuro sustentável”, explica Sharan Burrow, secretária-geral da International Trade Union Confederation e também integrante da Comissão.

(Para ler o relatório completo visite report.businesscommission.org).

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ECONOMIA DE BAIXO CARBONO – MERCADO DE CARBONO – MADEIRA SUSTENTÁVEL

MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL (1)

ECONOMIA DE BAIXO CARBONO – MERCADO DE CARBONO – MADEIRA SUSTENTÁVEL

Gisele Victor Batista

Que os créditos de carbono podem estimular a preservação das florestas é de notório saber, mas que esses ganhos podem ser potencializados com o Manejo Florestal Sustentável é a novidade que tem atraído alguns proprietários de áreas no bioma Amazônico à elaboração de projetos sustentáveis, no contexto da Economia de Baixo Carbono.

Os Projetos de Crédito de Carbono estimam a biomassa estocada nas floretas e, a partir deste ganho ambiental, advindo da preservação florestal, são gerados créditos que podem ser comercializados em mercado específico. Contudo, quando acrescidos do Manejo Florestal Sustentável, ocorre a administração da floresta para obtenção de benefícios econômicos, sociais e ambientais, respeitando-se os mecanismos de sustentação do ecossistema.

O Manejo Florestal Sustentável é uso da floresta para obtenção de múltiplas espécies madeireiras, de múltiplos produtos e subprodutos não madeireiros, bem como a utilização de outros bens e serviços florestais, obedecendo às normas ambientais vigentes. Para que o Manejo Florestal Sustentável atenda aos objetivos do desenvolvimento sustentável, é necessária a elaboração do Plano de Manejo, documento técnico que estabelece o zoneamento e as normas que devem presidir o uso da área e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação das estruturas físicas necessárias à sua gestão.

Os sistemas de certificação de madeira são fundamentais para garantir que a madeira manejada tenha procedência de uma área com licenciamento ambiental e que esteja preservando a natureza. Os sistemas de certificação mais difundidos em todo o mundo são o FSC (Forest Stewardship Council Internacional / Brasil) e o PEFC (Program for the Endorsement of Forest Certification Schemes). No Brasil, as primeiras ações ocorreram em 1994 e a primeira área certificada pelo FSC foi em 1995. Desde 2002, existe o CERFLOR (Programa Brasileiro de Certificação Florestal) reconhecido internacionalmente pelo PEFC e coordenado pelo INMETRO.

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Para saber mais: http://www.florestal.gov.br/documentos/publicacoes/2230-boletim-snif-producao-florestal-2016/file

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