Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, defende as concessões em seu 1º discurso

Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, defende as concessões em seu 1º discurso

Em cerimônia realizada, na quarta-feira (2/1), para mais de 500 pessoas no auditório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em Brasília (DF), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou que, durante a sua gestão, vai continuar transferindo ativos para iniciativa privada. O primeiro grande desafio do ministro será em março, com o leilão da Ferrovia Norte-Sul, da quinta rodada de concessão de aeroportos e dos dez terminais portuários. Segundo Tarcísio Gomes de Freitas, após o leilão dos aeroportos, o governo deve anunciar uma nova rodada de concessões. “Esse é nosso primeiro teste do modelo em bloco e, assim que tivermos essa avaliação do mercado, nós devemos retomar as concessões de aeroportos. A gente faz a quinta e já anuncia sexta”. Além disso, no discurso, o ministro declarou que vai realizar a concessão de “mais ativos rodoviários”. Neste ano, o governo deve publicar edital de licitação da concessão dos trechos da BR-364/365, entre Uberlândia (MG) e Jataí (GO), e vai iniciar as audiências públicas do trecho da BR-153 em Goiás e Tocantins. Já a licitação da FIOL (Ferrovia de Integração Oeste-Leste), na Bahia, está estruturada, mas, para Freitas, o grande desafio é a concessão da Ferrogrão, ligando Sinop (MT) a Miritituba (PA). Além disso, há o trabalho na prorrogação antecipada de ferrovias. No discurso, o ministro também ressaltou a necessidade de resolver a questão das concessões anteriores, tanto das rodovias da terceira etapa quanto do aeroporto de Viracopos, garantindo um ambiente de segurança jurídica para esses contratos. “Vamos resolver, da melhor forma possível, esse passivo dos contratos que já não são mais exequíveis, seja por meio de revisões quinquenais ou por outra medida legislativa, que permita fazer a reprogramação dos investimentos. Esses são os dois caminhos que a gente visualiza para a solução definitiva”, afirmou. Outra questão colocada pelo titular da pasta foi conclusão das obras de pavimentação da BR-163 no Pará e o rearranjo institucional das agências reguladoras (ANAC, ANTAQ e ANTT), que permita o fortalecimento e independência das agências. Segundo o ministro, as agências precisam ser ferramentas para implantação das políticas setoriais e que garantam o bom ambiente de negócio. GESTÃO – O ministro terá como prioridade destravar os projetos de melhoria da logística do país, remover entraves burocráticos, dar segurança jurídica, reduzir exigências para a participação do setor privado em novos empreendimentos e melhorar a qualidade do serviço aos usuários. “Quero estar o tempo todo conversando com os setores e o sucesso desse trabalho depende muito do setor, das soluções em conjunto e do protagonismo da iniciativa privada”, pontuou Freitas. Segundo ele, a solução passa pela atuação no planejamento, gestão e regulação, além de contar com o BNDES, Caixa e a EPL (Empresa de Planejamento e Logística), que será responsável pela estruturação de projetos que sejam atrativos para o setor privado. NOVOS SECRETÁRIOS – Na cerimônia, o ministro apresentou os novos secretários da pasta. A Secretaria-Executiva será comandada por Marcelo Sampaio; a secretária-executiva adjunta será Viviane Esse; a Secretaria de Portos e Transportes Aquaviários estará sob o comando de Diogo Piloni; na Secretaria Nacional de Transportes Terrestres assume o General Jamil Megid; na Secretaria de Fomento, Planejamento e Parcerias assume Natalia Marcassa. Já na Secretaria Nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann. Também participaram da cerimônia a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro da Transparência e Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário.

Fonte: Ministério da Infraestrutura

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Bolsonaro fala de economia e como será conduzido este eixo.

Jair Bolsonaro participa da posse dos presidentes do Banco do Brasil, da Caixa e do BNDES. Assume no Banco do Brasil, Rubem Novaes; no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, e na Caixa

posse dos bancos públicos

Marcelo Camargo/Agência Brasil Brasilia

patria amada brasil

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Governo Bolsonaro anuncia novo logo e slogan: “Pátria Amada, Brasil”

Governo Bolsonaro anuncia novo logo e slogan: “Pátria Amada, Brasil”

patria amada brasil

Um competente trabalho da SECOM onde expõe a nova logo marca do Governo Federal. A parte mais importante é que a divulgação está sendo lançada na internet com custo zero, economizando mais de R$1,4 mi aos cofres públicos, se a ação fosse realizada pelos canais tradicionais de TV.

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O Brasil deve seguir no Acordo de Paris


Ricardo Salles: futuro ministro do Meio Ambiente disse que o Brasil deve permanecer no Acordo de Paris (Valter Campanato/Agência Brasil)

Acordo de Paris


Segundo Ricardo Salles, “em princípio”, o Brasil permanecerá como signatário do Acordo de Paris, assinado por 195 líderes mundiais em 2015 e que prevê a redução das emissões de gases de efeito estufa a fim de manter o aquecimento global abaixo de 2ºC, buscando limitá-lo a 1,5ºC.

O Brasil assumiu o compromisso de cortar as emissões em 37 por cento até 2025 e em 43 por cento até 2030 como parte do Acordo de Paris, apesar de ainda não ter apresentado um plano completo sobre como atingir essas metas.

Disse Sales, “O país usará o bom senso ao detalhar como lidará com o acordo, e até agora vem sendo muito responsável ao preservar uma grande porcentagem de sua vegetação nativa”.


“Isso é uma discussão importante. A princípio, continuamos. Nós estamos fazendo nosso trabalho de estudar as oportunidades para o Brasil diante do acordo do clima. Obviamente, se houver pontos que sejam necessário ajustes, faremos os ajustes, mas entendemos que neste momento as oportunidades, enfim, precisam ser aproveitadas”.

Esperamos receber de organismos internacionais o “prometido apoio financeiro para as nossas atividades”.

“O Brasil talvez seja o país do mundo que mais fez e que melhor fez a sua lição de casa do ponto de vista de conservação e manutenção do meio ambiente e portanto já está mais do que apto a receber esses recursos internacionais. Então, nós precisamos realmente agora formalizar isso e dar vazão ao recebimento dos recursos”, declarou.

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Discurso de posse do Presidente eleito da República Federativa do Brasil, Jair Bolsonaro.

Discurso de posse do Presidente eleito da República Federativa do Brasil, Jair Bolsonaro.

Orgulho de ser brasileiro!

“JUNTOS SOMOS TODOS MAIS FORTES!!!

Leia o discurso na íntegra:

“Meu prezado general,

Paula,

Minha esposa,

Esse momento não tem preço. Servir à Pátria como chefe do Executivo. E isso só está sendo possível porque Deus preservou a minha vida. E vocês acreditaram em mim. Juntos temos como fazer o Brasil ocupar o lugar de destaque que ele merece no mundo e trazer paz e prosperidade para o nosso povo.

É com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como Presidente do Brasil. E me coloco diante de toda a nação, neste dia, como o dia em que o povo começou a se libertar do socialismo, se libertar da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto.

As eleições deram voz a quem não era ouvido. E a voz das ruas e das urnas foi muito clara. E eu estou aqui para responder e, mais uma vez, me comprometer com esse desejo de mudança. Também estou aqui para renovar nossas esperanças e lembrar que, se trabalharmos juntos, essa mudança será possível.

Respeitando os princípios do Estado Democrático, guiados pela nossa Constituição e com Deus no coração, a partir de hoje vamos colocar em prática o projeto que a maioria do povo brasileiro democraticamente escolheu. Vamos promover as transformações que o País precisa.

Temos recursos minerais abundantes, terras férteis abençoadas por Deus e por um povo maravilhoso. Temos uma grande nação para reconstruir e isso faremos juntos. Os primeiros passos já foram dados.

Graças a vocês eu fui eleito com a campanha mais barata da história. Graças a vocês conseguimos montar um governo sem conchavos ou acertos políticos, formamos um time de ministros técnicos e capazes para transformar o nosso Brasil. Mas ainda há muitos desafios pela frente.

Não podemos deixar que ideologias nefastas venham a dividir os brasileiros. Ideologias que destroem nossos valores e tradições, destroem nossas famílias, alicerce da nossa sociedade.

E convido a todos para iniciarmos um movimento nesse sentido. Podemos, eu, você e as nossas famílias, todos juntos, restabelecer padrões éticos e morais que transformarão nosso Brasil.

A corrupção, os privilégios e as vantagens precisam acabar. Os favores politizados, partidarizados devem ficar no passado, para que o Governo e a economia sirvam de verdade a toda a Nação.

Tudo o que propusemos e tudo o que faremos a partir de agora tem um propósito comum e inegociável: os interesses dos brasileiros em primeiro lugar.

O brasileiro pode e deve sonhar. Sonhar com uma vida melhor, com melhores condições para usufruir do fruto do seu trabalho pela meritocracia. E ao governo cabe ser honesto e eficiente.

Apoiando e pavimentando o caminho que nos levará a um futuro melhor, ao invés de criar pedágios e barreiras.

Com este propósito iniciamos nossa caminhada. Com este espírito e determinação que toda equipe de governo assume no dia de hoje.

Temos o grande desafio de enfrentar os efeitos da crise econômica, do desemprego recorde, da ideologização de nossas crianças, do desvirtuamento dos direitos humanos e da desconstrução da família.

Vamos propor e implementar as reformas necessárias. Vamos ampliar infraestruturas, desburocratizar, simplificar, tirar a desconfiança e o peso do Governo sobre quem trabalha e quem produz.

Também é urgente acabar com a ideologia que defende bandidos e criminaliza policiais, que levou o Brasil a viver o aumento dos índices de violência e do poder do crime organizado, que tira vidas de inocentes, destrói famílias e leva a insegurança a todos os lugares.

Nossa preocupação será com a segurança das pessoas de bem e a garantia do direito de propriedade e da legítima defesa, e o nosso compromisso é valorizar e dar respaldo ao trabalho de todas as forças de segurança.

Pela primeira vez, o Brasil irá priorizar a educação básica, que é a que realmente transforma o presente e faz o futuro de nossos filhos.

Temos que nos espelhar em nações que são exemplos para o mundo que por meio da educação encontraram o caminho da prosperidade.

Vamos retirar o viés ideológico de nossas relações internacionais.

Vamos em busca de um novo tempo para o Brasil e para os brasileiros!

Por muito tempo, o País foi governado atendendo a interesses partidários que não o dos brasileiros. Vamos restabelecer a ordem neste País.

Sabemos do tamanho da nossa responsabilidade e dos desafios que vamos enfrentar. Mas sabemos aonde queremos chegar e do potencial que o nosso Brasil tem. Por isso, vamos, dia e noite, perseguir o objetivo de tornar o nosso País um lugar próspero e seguro para os nossos cidadãos e uma das maiores nações do planeta.

Podem contar com toda a minha dedicação para construir o Brasil dos nossos sonhos.

Agradeço a Deus por estar vivo e a vocês que oraram por mim e por minha saúde nos momentos mais difíceis.

Peço ao bom Deus que nos dê sabedoria para conduzir a nação.

Que Deus abençoe esta grande nação.

Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

“Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha. Só será vermelha se for preciso o nosso sangue para mantê-la verde e amarela.”

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Futuro ministro defende agilidade no licenciamento ambiental

Publicado em 01/01/2019 – 15:20

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br – Por Carolina Gonçalves – Repórter da Agência Brasil  Brasília

O futuro ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, na cerimônia de diplomação do presidente eleito, Jair Bolsonaro, no TSE.

Foto – Valter Campanato/Agência Brasil

Novo ministro defende parcerias pelo meio ambiente

Ricardo Salles defendeu desenvolvimento sustentável

O advogado Ricardo Salles recebeu o cargo de ministro do Meio Ambiente na tarde desta quarta-feira (2), em cerimônia realizada em Brasília, na sede do MMA.

“Estamos aqui para construir algo pelo Brasil, imbuídos de um espírito comum, em prol do povo brasileiro”, disse Salles, ao receber o cargo do antecessor, Edson Duarte.

Salles defendeu a realização de parcerias em prol do meio ambiente.

“Parceira. Acho que é uma grande palavra que nós temos aqui. Uma parceria entre todos os diversos segmentos que querem um meio ambiente saudável e um país sustentável, que se desenvolva economicamente. Não há desenvolvimento na área ambiental sem que haja, também, sustentação econômica”.

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No 1º pregão do governo Bolsonaro, Bolsa bate recorde histórico

O dólar comercial acompanhou o movimento otimista do mercado e fechou o dia cotado a 3,809 reais

Coreia do Sul – Plano de medidas para combater as mudanças climáticas

Seul Korea do Sul

Coreia do Sul – Plano de medidas para combater as mudanças climáticas

A Coréia do Sul pretende atingir parte de sua meta usando “créditos de carbono de mecanismos do mercado internacional”

Visão geral

O governo sul-coreano divulgou recentemente um novo plano de 15 anos para o fornecimento e demanda de eletricidade, que confirma a intenção declarada do presidente Moon Jae-in de aumentar a participação da geração de eletricidade renovável. Este é um sinal positivo de que o governo está disposto a tomar medidas mais firmes para combater as mudanças climáticas. Sob o plano, a Coréia do Sul pretende expandir a participação das energias renováveis ​​em 2030 para 20% da eletricidade gerada, com base na participação de 10% até 2024 atualmente visada pelo padrão do portfólio de energias renováveis.

O Plano também inclui projeções de novas capacidades a gás a um nível inferior ao anunciado anteriormente. Isso deve-se, em parte, ao esperado menor nível de demanda de pico de eletricidade em 2030 (-11%) e à incapacidade do governo de fechar as usinas a carvão já planejadas ou em construção. Isso significa que o mix de geração de energia da Coreia do Sul continuará altamente dependente do carvão térmico, que ainda será responsável por mais de um terço da eletricidade gerada em 2030.

Se totalmente implementado juntamente com o esperado nível mais baixo de demanda de eletricidade, esses anúncios levariam a reduções de emissões de cerca de 53 a 69 MtCO2e / ano (7-9%) abaixo do atual nível de projeção de política em 2030, ainda muito longe da meta NDC nível a ser alcançado internamente (ver “Projeção planejada de políticas” no gráfico).

Os compromissos de mitigação da Coreia do Sul ainda são muito fracos, permitindo que as emissões domésticas de gases de efeito estufa em 2030 mais do que doem em relação aos níveis de 1990. Com emissões já acima dos níveis de 1990, e em um país com algumas das emissões que mais crescem na OCDE, o governo tem muito trabalho a fazer.

Em 2016, a Coréia do Sul apresentou sua Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), incluindo uma meta de redução de emissões de GEE excluindo o uso da terra, mudanças no uso da terra e florestas (LULUCF) em 37% abaixo das emissões atuais (ou 18% abaixo do nível de 2010). ) até 2030. Com base nesta meta, classificamos a Coréia do Sul como “Altamente insuficiente”.

Em sua Lei de Crescimento Verde atualizada, a Coréia do Sul substituiu sua promessa de 2020 com a meta de 2030 da NDC (República da Coréia, 2016). Dado que o compromisso de 2020 era mais ambicioso do que a meta do NDC – visando um nível de emissões semelhante ao de dez anos antes -, o NDC realmente representa um enfraquecimento dos planos climáticos da Coréia do Sul.

A meta da NDC permite que as emissões domésticas de gases de efeito estufa (excluindo as emissões do setor de uso da terra) mais que dobrem até 2030 em comparação com os níveis de 1990. Dado que os níveis atuais de emissão já estão acima do nível-alvo de 2030, as emissões precisariam atingir um pico e começar a declinar para estarem no caminho certo para a meta do NDC. Para conseguir isso, são necessárias políticas mais rigorosas, mesmo para um alvo fraco.

A Coréia do Sul pretende atingir parte de sua meta usando “créditos de carbono de mecanismos do mercado internacional” (República da Coréia, 2015). O Governo esclareceu que uma redução de 25,7% abaixo do BAU será alcançada internamente e uma redução adicional de 11,3% será alcançada pelos mecanismos do mercado internacional (Ministério do Meio Ambiente, 2015).

Fazemos Projetos de Carbono – Dra. Gisele Victor Batista

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CRÉDITOS DE CARBONO

O que são créditos de carbono

CRÉDITOS DE CARBONO

Um crédito de carbono representa uma tonelada de carbono que deixou de ser emitida para a atmosfera, contribuindo para a diminuição do efeito estufa.

Crédito de carbono é o mecanismo que permite aos países em desenvolvimento, vender “créditos de carbono” a um país desenvolvido para que este possa atender parte da redução de emissões de gases de efeito estufa exigida pelo protocolo de Kyoto. Portanto, os países que não conseguirem atingir suas metas terão liberdade para investir em projetos MDL de países em  desenvolvimento.

Compra de créditos de carbono para compensar emissões

Créditos de Carbono –  Como funciona o mercado de créditos de carbono

Através de Compensações:

Cada tonelada de CO2e (equivalente) não emitida ou retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento pode ser negociada no mercado mundial

  • Comercializamos créditos de carbono, entre em contato por: sequestrarcarbono@gmail.com

A compra dos créditos de carbono permite-lhes manter ou aumentar suas emissões .

Estes créditos de carbono são considerados commodities (mercadorias negociadas com preços estabelecidos pelo mercado internacional).

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A partir dos anos 2000, entrou em cena um mercado voltado para a criação de projetos de redução da emissão dos gases que aceleram o processo de aquecimento do planeta.

Trata-se do mercado de Créditos de Carbono, que surgiu a partir do Protocolo de Quioto, acordo internacional que estabeleceu que os países desenvolvidos deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) 5,2% em média, em relação aos níveis medidos em 1990.

O Protocolo de Quioto criou o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que prevê a redução certificada das emissões. Uma vez conquistada essa certificação, quem promove a redução da emissão de gases poluentes tem direito a créditos de carbono e pode comercializá-los com os países que têm metas a cumprir.

“O ecossistema não tem fronteira. Do ponto de vista ambiental, o que importa é que haja uma redução de emissões global”, ressalta o consultor de sustentabilidade e energia renovável, Antonio Carlos Porto Araújo.

Durante a última Conferência do Clima (COP 17), realizada em 2011, na África do Sul, as metas de Quioto foram atualizadas e ampliadas para cortes de 25% a 40% nas emissões, em 2020, sobre os níveis de 1990 para os países desenvolvidos.

“Isso pode significar um fomento nas atividades de créditos de carbono que andavam pouco atraentes”, disse Araújo, autor do livro “Como comercializar créditos de carbono”.

O Brasil ocupa a terceira posição mundial entre os países que participam desse mercado, com cerca de 5% do total mundial e 268 projetos. A expectativa inicial era absorver 20%. O mecanismo incentivou a criação de novas tecnologias para a redução das emissões de gases poluentes no Brasil.

Cálculo

A redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é medida em toneladas de dióxido de carbono equivalente – t CO2e (equivalente). Cada tonelada de CO2e reduzida ou removida da atmosfera corresponde a uma unidade emitida pelo Conselho Executivo do MDL, denominada de Redução Certificada de Emissão (RCE).

Cada tonelada de CO2e equivale a 1 crédito de carbono. A idéia do MDL é que cada tonelada de CO2 e não emitida ou retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento possa ser negociada no mercado mundial por meio de Certificados de Emissões Reduzidas (CER).

As nações que não conseguirem (ou não desejarem) reduzir suas emissões poderão comprar os CER em países em desenvolvimento e usá-los para cumprir suas obrigações.

Fontes:
Ministério do Meio Ambiente 
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)
Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República
Conselho Monetário Nacional (CMN)

  • O Mercado de Carbono no Mundo – Preço do CO2 – Créditos de Carbono

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UNIÃO MEIO AMBIENTE e HARPIA MEIO AMBIENTE


BRAZILIAN TRADE COMPANY
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Sequestro de carbono

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Sequestro de carbono

Sequestro de carbono é um processo de remoção de gás carbônico da atmosfera.

A forma mais comum de sequestro de carbono ou captura de carbono é realizada de forma natural pelas florestas. Processo também conhecido como remoção de gás carbônico.

Processo de sequestro de carbono

Neste processo de sequestro de carbono, os oceanos aparecem como principal ator, em seguida vem as florestas e outros locais onde organismos vivos capturam o carbono por meio de fotossíntese.

Processo de sequestro de carbono em uma floresta em desenvolvimento

Em uma floresta em desenvolvimento, cada hectare tem capacidade de poder absorver uma média de 200 a 270 toneladas de carbono (gás carbônico (CO2) presentes na atmosfera ao longo de 20 anos).

Segundo um estudo realizado pelo Instituto Totum e pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), da Universidade de São Paulo em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, estima que em média cada hectare de Mata Atlântica pode absorver até 13,60 toneladas de gás carbônico (CO2) equivalente ao ano.

Para fazer a estimativa de sequestro de carbono, foi considerado um plantio médio de 1.667 mudas por hectare, com uma amostra de árvores de 3 a 11 anos de idade , sendo projetada uma expectativa para a idade de 20 anos.

A remoção anual ou sequestro de carbono, pode chegar a 10,11 kg de CO2 por árvore, dependendo de diversos fatores, como espécie, clima e solo, que impactam o desenvolvimento das árvores em cada local (Bioma).

As principais causas do aumento do nível de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera são promovidas pelas atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis ficando em destaque a aviação e navegação e a utilização de calcário para a produção de cimento, bem como os diferentes usos da terra, associados ao desmatamento e queimada, contribuindo muito para o avanço do aquecimento global.

O Conceito de sequestro de carbono foi celebrado pela Conferência de Quioto, em 1997, com a finalidade de conter e reverter o acúmulo de CO2 na atmosfera, visando à diminuição do efeito estufa. Atualmente existe uma grande variedade de métodos e tecnologias artificiais para captura e sequestro de carbono, visando a mitigação do efeito estufa.

Na 21ª Conferência das Partes (COP21) da UNFCCC, em Paris, foi adotado um novo acordo um tratado no âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, com o objetivo central de fortalecer a resposta global à ameaça da mudança do clima e de reforçar a capacidade dos países para lidar com os impactos decorrentes dessas mudanças.

O Acordo de Paris foi aprovado por 195 países.

Foi um compromisso considerado “histórico,” com o principal objetivo de conter o aquecimento global do planeta, ao reduzir as emissões de gases com efeito estufa.

Projetos de carbono – Como fazer projetos de crédito de carbono e contribuir para Economia de Baixo Carbono

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Gisele Victor Batista – Drª Engenharia Civil, Geógrafa

Geógrafa (UDESC/UFSC), Doutora em Engenharia Civil – Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial (UFSC), Mestre em Geografia – Análise da Qualidade Ambiental (UFSC), MBA Gerenciamento de Projetos (FGV) e MBA em Gestão de Negócios, Controladoria e Finanças Corporativas (IPOG). Possui larga experiência em elaboração e gerenciamento de projetos de Meio Ambiente, Urbanismo e Arquitetura, nos segmentos público e privado. Diretora da empresa Harpia Meio Ambiente, onde desenvolve Estudos para o Licenciamento Ambiental, Projetos e Comercialização de Crédito de Carbono e Plano de Negócios para Financiamentos Internacionais. É sócia-membro do Instituto Histórico Geográfico de Santa Catarina e possui diversas publicações, científicas e internacionais, em Gestão Territorial, Geotecnologias aplicada ao Licenciamento Ambiental e Economia de Baixo Carbono.

Leia também: O Mercado de Carbono no Mundo

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Green Bonds – Economia de Baixo Carbono

Green Bonds

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COMO EMITIR TÍTULOS VERDES – EMISSÃO DE GREEN BONDS NO BRASIL
ECONOMIA DE BAIXO CARBONO – EMISSÃO DE TÍTULOS VERDES NO BRASIL

Gisele Victor Batista

Segundo publicação de FEBRABAN, os Títulos Verdes, ou Green Bonds para o mercado internacional são Títulos de Renda Fixa utilizados para captar recursos. O principal objetivo dos Green Bonds é implantar ou refinanciar projetos ou ativos que tenham atributos positivos do ponto de vista ambiental ou climático, no contexto da economia de baixo carbono.

Os projetos ou ativos enquadráveis para emissão dos Green Bonds podem ser novos ou existentes e são denominados Projetos Verdes ou Projetos Sustentáveis. Os Títulos Verdes/Green Bonds caracterizam-se, também, por financiarem projetos ou ativos de longo prazo, tornando-se uma alternativa importante para estimular e viabilizar iniciativas e tecnologias.

A emissão Títulos Verdes/Green Bonds deve obedecer aos princípios de Green Bonds Principles: Identificação dos critérios de elegibilidade dos projetos financiados, Seleção dos projetos, Gestão dos recursos e Monitoramento e reporte.
Os procedimentos para emissão dos Green Bonds deve obedecer às seguintes etapas:

Sem título

Figura 1 – Etapas de Emissão de Green Bonds no Brasil

São projetos elegíeis para emissão de Green Bons no Brasil:

  • Energia Renovável;
  • Eficiência Energética (equipamentos e produtos);
  • Prevenção e Controle da Poluição;
  • Gestão Sustentável dos Recursos Naturais;
  • Conservação da Biodiversidade;
  • Transporte Limpo;
  • Gestão Sustentável dos Recursos Hídricos;
  • Adaptação às Mudanças Climáticas;
  • Produtos, Tecnologias de Produção e Processos Eco Eficientes.

De acordo com a Climate Bonds Initiative, em 2016 foram emitidos US$ 81 bilhões em projetos financiados por Green Bonds. Em 2017, a previsão é que sejam emitidos cerca de US$ 150 bilhões no mundo, com emissão de Títulos Verdes.

O Brasil possui uma grande potencial para geração e projetos verdes, os quais podem ser financiados através dos Green Bonds. A emissão de Green Bonds no Brasil, já conta com, pelo menos cinco empresas que optaram por esta forma de financiamento, o que pode gerar, em 2017, cerca de R$ 16 bilhões em Projetos Verdes decorrentes dos Green Bonds no Brasil.

Green Bonds Emissão de Títulos para Projetos Verdes e Sustentáveis

BNDES conclui captação de US$ 1 bi em ‘green bonds’ no mercado externo

Relatório Anual 2018 BNDES – Green Bond

Artigo: Green Bonds: mercado do futuro

Os Títulos serão listados na Bolsa Vede de Luxemburgo – maior bolsa verde do mundo

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China se tornará o maior mercado de Créditos de carbono do mundo.

China se tornará o maior mercado de Créditos de carbono do mundo.

Poluicao da china

A China, o maior poluidor do planeta está lançando o plano mais ambicioso do mundo para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

A partir do setor de energia baseado no carvão, um projeto de mercado nacional de carbono irá abranger progressivamente outras indústrias de consumo intensivo de energia, como metais e produtos químicos.

A China pode se tornar a principal plataforma mundial de comercialização de créditos de emissão de carbono do planeta.

A cada ano, a gigante China consome mais carvão que todos os demais países reunidos. Além da dependência do carvão, os combustíveis fosseis são necessários para calefação e a produção de energia elétrica.

Entretanto, de maior poluidor ambiental do mundo, a China quer liderar os investimentos em energia limpa.

O novo e ambicioso projeto, fará com que as empresas poluentes paguem pela emissão dos gases de efeito estufa lançados no ar, a China (maior poluidor do mundo),  está se preparando para quebrar o recorde do maior mercado de carbono já lançado.

“Embora seja esperado que envolva cerca de 1.700 empresas no setor de energia (em oposição às oito indústrias incluídas no plano original), o mecanismo tão aguardado irá anular o esquema de cap-and-trade da UE, cobrindo 3,3 bilhões de toneladas métricas de emissões”.

O comércio de emissões não se destina a ser um sistema punitivo: as empresas que emitem menos de seu subsídio anual podem vender seus créditos de carbono no mercado e obter lucro, o que proporciona um incentivo para limpar sua cadeia de produção.

Leia também: Projetos de carbono – Como fazer projetos de crédito de carbono e contribuir para Economia de Baixo Carbono – Dra. Gisele Victor Batista

Confira aqui: O Mercado de Carbono no Mundo

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Confira aqui – Green Bonds – Títulos Verdes – Emissão de Títulos para Projetos Verdes Sustentáveis

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