BRAZILIAN CLIMATE CHANGE PROGRAM

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BRAZILIAN CLIMATE CHANGE PROGRAM

Assimetry to the Brazilian national adoption to restraint the Greenhouse Gases emissions from different countries reflects the various levels of compromise to a mitigation global goal to the climate change. On one side, there are developed countries that made a compromise with Greenhouse Emission Gases obligatory targets and developed mechanisms to obtain them.   On the other side, there are countries in development, like Brazil, those who assumed common voluntary targets obligations or programatics to adopt emissions reduced and are developping e improving their institutional and policy framework .to obtain them. Brazil is the worldwide eight economy when it is considered the purchasing power(PPC) criteria  ; and it is the seventh when it is considered nominal cambial taxe. Despite the low value of the per capita income of these countries, its specific weight is high in international trade,  with a great space to the economical grouth.  The Brazilian position held in the worldwide economyand its territory dimension corroborates the potencial growing of Brazilian economy, also the GHG gases emissions. Nonetheless, natural resources abundance also appoints to the possibility to find a different way trend to development, keeping the current profile of low carbon PIB emission to energetics goals. Brazil has one GHG emission proflie rather peculiar. In accordance with Second National GHG Inventory use of land, land use change and forests – were the emission main source in the country in 2005. More than 80% of the total emission resulting from use of land, land use change and forests in the same year, in wich the land use change and deforestation represented 61% e the land use change, 19%.  In the sequence, the major issuing was energy comsunption (15%), followed by industrial processes(3%) and residuals(2%). There were also estimated the GHG emission from indirected GHG, as nitrogen oxides, carbon monoxide and other no metane volatile organic composites.  Although Brazilian deforesting rates were recently reduced, this practice stills to be the most important source of GHG source of emission in the country. Agriculture and cattle raising represents an important source of GHG emissions, mainly due to the use of fertilizanted,  form rice irrigated cultures, from the burning the sugar cane before the harvest and  the enteric cattle fermentation. Instead of the majority of the countries, the energetic Brazilian matrix is based especially in renewable sources, those responsible for 45% off the primary energy consumed in 2010.This characteristic have been manteined in a stablished relation lasting last 3 decades, oscilating within 40% and 50%. Within the renewable sources utilized in Brazil we can stand-out Sugar Cane (18%) and Hydraulic energy (14%). As for energy consumption contribution to climate change in Brazil, the impact generate by the national energetic matrix over climate resulted in a GHG intensity emissions per primary energy unit comsunption in order of 1,8 ton of CO²/Petroleum ton equivalent (tep) in 2010. This is a low value when it is compared ti the worldwide media of 2.8 ton CO²/tep.  As a comparison, there are other countries intensities: China (3,4 ton CO²/tep); Índia (3,3 ton CO²/tep); EUA (2,7 tone CO²/tep), Germany (2,6 ton CO2/tep), Japan (2,6 ton CO²/tep) and Rússia (2,5 CO²/tep).However , although it is in a relatively comfortable position on the energy matrix, Brasil is passing trought a future energetic comsuption dilema. there is a necessity to increase the comsunption energy per capita to develop the economical grouth and universalize energy access to all social classes.

However, due to the proximity of the usable hydropower potential exhaustion, it is probable that the expansion of the Energy National System takes Brazil to a more intensive energetic matrix based on carbon.

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Fazemos Projetos de Carbono – Dra. Gisele Victor Batista

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Lista de Doadores Oficiais – Copa do Mundo Brasil 2014

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Acima estão listas  11 empresas Doadoras Oficiais de RCEs (Reduçoes Certificadas de Emissões) para compensação de emissão de GEEs do Campeonato Mundial de Futebol 2014.

Fonte : Diário Oficial

 

 

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Certificada Americraft – Fabrica de Panelas – Wisconsin

Certificada Americraft – Fabrica de Panelas – Wisconsin

A fábrica Americraft Panelas está localizado em West Bend, Wisconsin com escritórios corporativos em Central Florida. Panelas produzido por Americraft tem alta qualidade . Temos aproveitado a rica herança desenvolvido por gerações de artesãos no coração da América . O Desing atula garanta satisfação dos entusiastas da Cozinha .

Americraft Panelas é diferente de qualquer utensílios de cozinha que você já experimentou . Nós fabricamos , um sistema de cozimento eficiente em termos de energia que abrange métodos tradicionais de cozinha ao capturar a magia do Vapor® Tecnologia para cozinhar os alimentos mais rápido, a temperaturas mais baixas e sem adição de gordura ou excesso de água, garantindo receitas nutritivas, saborosas e apetitosas.

O que torna Americraft tão diferentes?
A diferença de cozinhar é bastante dramático , mas isso é apenas parte do que define Americraft estar na frente. Você pode contar conosco para alcançar nossos valores fundamentais e os nossos produtos para toda a vida.

Nossos parceiros são herdeiros do conhecimento e experiência criado e transmitido por várias gerações. Nossos clientes recebem o produto de melhor qualidade absoluta , simplesmente porque nossos artesãos se orgulham de seu ofício e procuram sempre exceder expectativas dos clientes .

Nós não apenas fazemos panelas , criamos tradição. Proprietários de Panelas Americraft referem-se a nossos produtos como herança , não só porque duram para sempre, mas também porque esta forma mais autêntica de cozinhar é passado de geração em geração.

Americraft é feito nos EUA e em causa do planeta que é a casa de todos.

Fonte : http://www.americraftcookware.com/

 

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Mercado de carbono

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Mercado de carbono

Artigo publicado no jornal O Imparcial de Presidente Prudente – SP, edição 16/04/2015, opinião, pg 3ªa e aqui postado mediante autorização do jornal e do autor, o qual a seguir reproduzimos:

“Mercado de carbono é um dos mecanismos usados para a mitigação do aquecimento global e da mudança do clima. Como é uma questão que envolve todos os países, as medidas para reduzir as emissões de GEE (gases de efeito estufa) e, assim, mitigar a mudança do clima e seus efeitos, estão sendo tratadas por meio de negociações no âmbito da ONU (Organização das Nações Unidas). Dessas negociações, resultou a CQNUMC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), em 1992, que contém diretrizes gerais para todos os países signatários. Posteriormente, as partes da convenção firmaram o Protocolo de Quioto a Convenção-Quadro, que estabelece metas de redução de emissões de GEE para países desenvolvidos (Anexo I); os países em desenvolvimento (não-Anexo I) não têm metas de redução.

Entretanto, cabe aos países em desenvolvimento, portanto, ao Brasil, sob a égide da convenção, entre outras obrigações, a de formular e implementar programas nacionais contendo medidas para mitigar a mudança do clima. Todos os países devem, além disso, elaborar um inventário de suas emissões antrópicas de GEE por fontes e de remoções por sumidouros – qualquer processo, atividade ou mecanismo que remova da atmosfera um  gás de efeito estufa.

O Protocolo de Quioto prevê três mecanismos para auxiliar o alcance das metas de redução estabelecidas: IC (Implementação Conjunta), CE (Comércio de Emissões) e MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo). Os dois primeiros só podem ocorrer entre países desenvolvidos, enquanto o MDL envolve países em desenvolvimento e países desenvolvidos.

As reduções de GEE, desde 2004, passaram a ter valor econômico e, assim, estabeleceu-se um mercado de carbono, regulado e de escala internacional. Não obstante, existe, também, um mercado voluntário, onde empresas, ONGs (organizações não-governamentais), instituições, governos ou mesmo cidadãos tomaram a iniciativa de desenvolver projetos para reduzir as emissões, voluntariamente. Essas reduções podem ser auditadas por uma entidade independente do sistema das Nações Unidas e da Convenção do Clima e gerar créditos, passíveis de comercialização.

Como signatário do Protocolo de Quioto, do grupo dos países não-Anexo I, o Brasil participa do mercado regulado com projetos de MDL. O mercado de carbono não vinculado diretamente ao Protocolo de Quioto, chamado mercado voluntário ou não regulado, é composto de vários programas que são implementados ao redor do mundo nos mais diversos níveis, desde individual, corporativo e até regional, seguindo o mesmo raciocínio de compensação das emissões que o MDL.

No mercado voluntário, a operação é menos burocrática e podem ser aceitos projetos ainda não reconhecidos pelo mercado regulado, como o REDD, por exemplo, porém, os créditos não valem como redução de metas dos países. As negociações são guiadas pelas regras comuns de mercado, podendo ser efetuadas em bolsa, por meio de intermediários ou diretamente entre as partes interessadas.

De acordo com o relatório Estado dos Mercados de Carbono Voluntário 2012 (State of the Voluntary Carbon Markets 2012), segundo Peters-Stanley; Hamilton, as transações de crédito de carbono no mercado voluntário em 2011 alcançaram o volume de 95 MtCO²e e o valor de US$  576 milhões, ficando atrás somente do número alcançado em 2008, equivalente a US$ 776 milhões. Os preços permaneceram relativamente estáveis, de pouco mais de US$ 6/tCO²e. Apenas a título comparação, no mesmo anos (2011), o valor das negociações no mercado regulado foi de US$ 176 bilhões com volume de 10,3 bilhões de toneladas de CO²e (Kossoy; Guigon, 2012).

Os compradores corporativo dominaram o mercado voluntário, contribuindo com US$ 368 milhões, cerca de 65%. A maioria das transações foi originada na Europa, porém o relatório reconhece o crescimento do interesse de empresas norte-americanas pelos créditos voluntários. Os projetos de energia renovável, principalmente, energia eólica, foram mais vendidos, representando 45% dos créditos comercializados. Transações de projetos de florestamento/reflorestamento ocuparam o segundo lugar no mercado em 2011, em termos de volume, em 7,6 MtCO²e e projetos vieram a seguir, com 7,3 MtCO²e.

Fonte: Mercado de Carbono. Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados.”Marco Alegre

Sequestro de Carbono – Potencial de sequestro de carbono em diferentes biomas do Brasil

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Sequestro de Carbono – Potencial de sequestro de carbono em diferentes biomas do Brasil

Fonte: João Luis Nunes Carvalho; Junior Cesar Avanzi; Marx Leandro Naves Silva; Carlos Rogério de Mello; Carlos Eduardo Pellegrino Cerri

RESUMO

Sequestro de Carbono – O solo é um importante compartimento de C e exerce papel fundamental sobre a emissão de gases do efeito estufa e consequentes mudanças climáticas globais. Mudanças no uso e manejo do solo podem causar tanto efeito negativo como positivo no que se refere à emissão de gases de efeito estufa para a atmosfera. Entretanto, atualmente tem sido constatada a intensificação do aquecimento global, causado pelo aumento das emissões dos gases responsáveis pelo efeito estufa, oriundos principalmente da queima de combustíveis fósseis, do desmatamento e do uso inadequado do solo para agricultura. O uso e manejo inadequado do solo, além de contribuir para o efeito estufa, ainda traz problemas relacionados à sua sustentabilidade devido à degradação da matéria orgânica do solo, o que atinge negativamente os seus atributos físicos e químicos, bem como sua biodiversidade. Por outro lado, práticas adequadas de manejo, que visam à manutenção ou mesmo o acúmulo de C no sistema solo-planta, podem atenuar os efeitos do aquecimento global. Essas práticas de manejo podem ser: implementação de sistemas de plantio direto, recuperação de pastagens degradadas, implantação de sistemas integrados de cultivo, reflorestamento de áreas marginais, uso de espécies que tenham alta produção de biomassa, eliminação de queimadas, entre outras. O objetivo desta revisão foi avaliar algumas das principais fontes de gases do efeito estufa relacionadas à agricultura e mudança do uso da terra e, ainda, apresentar estratégias para mitigar tais emissões e aumentar o sequestro de C no sistema soloplanta, em três dos principais biomas do Brasil.

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Entenda como funciona o mercado de crédito de carbono

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Entenda como funciona o mercado de crédito de carbono

Compensações

Cada tonelada de CO²e (equivalente) não emitida ou retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento pode ser negociada no mercado mundial

A partir dos anos 2000, entrou em cena um mercado voltado para a criação de projetos de redução da emissão dos gases que aceleram o processo de aquecimento do planeta.

Trata-se do mercado de créditos de carbono, que surgiu a partir do Protocolo de Quioto, acordo internacional que estabeleceu que os países desenvolvidos deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) 5,2% em média, em relação aos níveis medidos em 1990.

O Protocolo de Quioto criou o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que prevê a redução certificada das emissões. Uma vez conquistada essa certificação, quem promove a redução da emissão de gases poluentes tem direito a créditos de carbono e pode comercializá-los com os países que têm metas a cumprir.

“O ecossistema não tem fronteira. Do ponto de vista ambiental, o que importa é que haja uma redução de emissões global”, ressalta o consultor de sustentabilidade e energia renovável, Antonio Carlos Porto Araújo.

Durante a última Conferência do Clima (COP 17), realizada em 2011, na África do Sul, as metas de Quioto foram atualizadas e ampliadas para cortes de 25% a 40% nas emissões, em 2020, sobre os níveis de 1990 para os países desenvolvidos.

“Isso pode significar um fomento nas atividades de crédito de carbono que andavam pouco atraentes”, disse Araújo, autor do livro “Como comercializar créditos de carbono”.

O Brasil ocupa a terceira posição mundial entre os países que participam desse mercado, com cerca de 5% do total mundial e 268 projetos. A expectativa inicial era absorver 20%. O mecanismo incentivou a criação de novas tecnologias para a redução das emissões de gases poluentes no Brasil.

Cálculo
A redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é medida em toneladas de dióxido de carbono equivalente – t CO²e (equivalente). Cada tonelada de CO²e reduzida ou removida da atmosfera corresponde a uma unidade emitida pelo Conselho Executivo do MDL, denominada de Redução Certificada de Emissão (RCE).

Cada tonelada de CO²e equivale a 1 crédito de carbono. A idéia do MDL é que cada tonelada de CO² e não emitida ou retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento possa ser negociada no mercado mundial por meio de Certificados de Emissões Reduzidas (CER).

As nações que não conseguirem (ou não desejarem) reduzir suas emissões poderão comprar os CER em países em desenvolvimento e usá-los para cumprir suas obrigações.

Fonte :

http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2012/04/entenda-como-funciona-o-mercado-de-credito-de-carbono

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Olá, Interessados em desenvolver Projetos para Crédito de Carbono!

Estamos informando matérias relativas a desenvolver projetos para Economia de Baixo Carbono – Crédito de Carbono.

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