O que é o mercado de Carbono e como ele opera no Brasil

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O que é o mercado de Carbono e como ele opera no Brasil

O crédito de carbono é um certificado eletrônico que é emitido quando há diminuição de emissão de gases que provocam o efeito estufa, gerador de aquecimento global. Um crédito de carbono equivale a uma tonelada de CO² (dióxido de carbono) que deixou de ser emitido para a atmosfera. Aos outros gases reduzidos são emitidos créditos, utilizando-se uma tabela de equivalência entre cada um dos gases e o CO².

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Valoração do Carbono

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Valoração do carbono

Precificação do carbono

Uma visão clara e realista das relações das mudanças climáticas com valor econômico permite organizações tomarem decisões mais assertivas frente a riscos e oportunidades que o tema apresenta. A definição de um preço gerencial de GEE pode ser implantada em organizações que procuram identificar oportunidades e riscos climáticos aos quais a organização está sujeita. Desta forma, o custo de carbono direciona a organização a tomar medidas proativas frente às mudanças climáticas ao mesmo tempo em que reduz riscos e captura oportunidades.

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Protocolo de Kyoto – crédito de carbono

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Protocolo de Kyoto – crédito de carbono

O protocolo de Kyoto como o próprio nome já diz, foi assinado em Kyoto no Japão em 1997. O documento estabelece aos países industrializados a redução das emissões de dióxido de carbono e outros gases do efeito estufa, ou seja, o protocolo impõe uma meta de redução desses gases na atmosfera. Apenas as nações ricas são abrangidas a reduzir suas emissões, as outras em desenvolvimento como Brasil, China e Índia, embora sejam grandes poluentes, podem participar do acordo, mas não são obrigados a nada.

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Entenda como funciona o mercado de crédito de carbono

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Entenda como funciona o mercado de crédito de carbono

Compensações

Cada tonelada de CO²e (equivalente) não emitida ou retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento pode ser negociada no mercado mundial

A partir dos anos 2000, entrou em cena um mercado voltado para a criação de projetos de redução da emissão dos gases que aceleram o processo de aquecimento do planeta.

Trata-se do mercado de créditos de carbono, que surgiu a partir do Protocolo de Quioto, acordo internacional que estabeleceu que os países desenvolvidos deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) 5,2% em média, em relação aos níveis medidos em 1990.

O Protocolo de Quioto criou o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que prevê a redução certificada das emissões. Uma vez conquistada essa certificação, quem promove a redução da emissão de gases poluentes tem direito a créditos de carbono e pode comercializá-los com os países que têm metas a cumprir.

“O ecossistema não tem fronteira. Do ponto de vista ambiental, o que importa é que haja uma redução de emissões global”, ressalta o consultor de sustentabilidade e energia renovável, Antonio Carlos Porto Araújo.

Durante a última Conferência do Clima (COP 17), realizada em 2011, na África do Sul, as metas de Quioto foram atualizadas e ampliadas para cortes de 25% a 40% nas emissões, em 2020, sobre os níveis de 1990 para os países desenvolvidos.

“Isso pode significar um fomento nas atividades de crédito de carbono que andavam pouco atraentes”, disse Araújo, autor do livro “Como comercializar créditos de carbono”.

O Brasil ocupa a terceira posição mundial entre os países que participam desse mercado, com cerca de 5% do total mundial e 268 projetos. A expectativa inicial era absorver 20%. O mecanismo incentivou a criação de novas tecnologias para a redução das emissões de gases poluentes no Brasil.

Cálculo
A redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) é medida em toneladas de dióxido de carbono equivalente – t CO²e (equivalente). Cada tonelada de CO²e reduzida ou removida da atmosfera corresponde a uma unidade emitida pelo Conselho Executivo do MDL, denominada de Redução Certificada de Emissão (RCE).

Cada tonelada de CO²e equivale a 1 crédito de carbono. A idéia do MDL é que cada tonelada de CO² e não emitida ou retirada da atmosfera por um país em desenvolvimento possa ser negociada no mercado mundial por meio de Certificados de Emissões Reduzidas (CER).

As nações que não conseguirem (ou não desejarem) reduzir suas emissões poderão comprar os CER em países em desenvolvimento e usá-los para cumprir suas obrigações.

Fonte :

http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2012/04/entenda-como-funciona-o-mercado-de-credito-de-carbono

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