GEOFÍSICA APLICADA À MINERAÇÃO

GEOFÍSICA APLICADA À MINERAÇÃO – IMPORTÂNCIA DA GEOFÍSICA PARA ESTUDOS PRECISOS E REDUÇÃO DOS CUSTOS FINANCEIROS E GANHOS AMBIENTAIS – GEOFÍSICA DEEP VISION

A geofísica aplicada à mineração é considerada indispensável, pois muito provavelmente não teríamos a grande quantidade de jazidas sendo exploradas, o que representaria uma grande limitação ao desenvolvimento socioeconômico dos países.

Esta importância centra-se no fato de que a mineração lida com aspectos não visíveis do solo e, com a geofísica, é possível identificar as jazidas, sua extensão e entender quais são os obstáculos para a mineração no estabelecimento de novas lavras. Dessa forma, o investimento é protegido e a operação funciona com mais fluidez e certeza de sucesso.

A geofísica aplicada na mineração está preocupada com alguns aspectos fundamentais. São eles:

  • A descoberta de novas jazidas em locais propícios, segundo o mapeamento geológico da região;
  • Confirmação através de imageamentos detalhados das hipóteses levantadas pelo mapeamento geoestrutural;
  • A correta estipulação da extensão das jazidas e sua profundidade.
    Dentre várias outras necessidades específicas

A geofísica aplicada na mineração, se insere nesse contexto como grande viabilizadora na identificação e no trabalho de extração de jazidas minerais. 

Fonte:http://geoanalisys.com/noticias-sobre-geofisica/geofisica-aplicada-na-mineracao-como-se-da-essa-relacao/

A utilização da tecnologia DEEP VISION diminui os impactos ambientais, em função de seu alto poder de detecção, por intervenção remota, permitindo planos de lavras precisos e preservando a natureza. Desta forma, a DEEP VISION contribui com a manutenção das áreas verdes e reduz o desmatamento, se inserindo no contexto da economia de baixo carbono/mercado de crédito de carbono.

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FINANCIAMENTO DE PROJETOS DE CRÉDITOS DE CARBONO

FINANCIAMENTO DE PROJETOS DE CRÉDITOS DE CARBONO – PROJETOS DE REDD (+) ECONOMIA DE BAIXO CARBONO – COMO GANHAR DINHEIRO COM OS CRÉDITOS DE CARBONO?

Gisele Victor Batista

O mercado de créditos de carbono – Projetos de REDD (+) ainda são restritos a alguns proprietários, tendo em vista os alto custos que envolvem o projeto, desde a elaboração do inventário florístico da área, para mensuração da biomassa embutida nas florestas, até a certificação final, para venda dos créditos gerados. A maioria dos investidores, escolhem áreas específicas, que permitam a inclusão de outros subprodutos, garantindo o retorno dos investimentos no projeto. As limitações aos proprietários das áreas iniciam-se pelo georrefernciamento e regularização documental, tendo em vista que os protocolos a serem preenchidos nos projetos de crédito de carbono são bastante rigorosos e exigentes.

Contudo, para aqueles que acreditam neste promissor mercado, o caminho a ser seguido é a elaboração de estudo de viabilidade técnica e ambiental – EVTEA, para avaliação do custo-benefício da implantação de um empreendimento desta magnitude. Somente assim, empreendedores e investidores, poderão ter maior segurança nos investimentos a serem aplicados, bem como vislumbrar o mercado que devem integrar com os créditos a serem gerados nestes projetos.

Com o EVTEA em mãos, os empreendedores podem buscar os investimentos disponíveis por instituições financeiras, no âmbito nacional e internacional, para implantação dos projetos de crédito de carbono.

Um exemplo é o Climate Trust Capital, um gestor de investimentos com fins lucrativos pertencente à organização sem fins lucrativos, a The Climate Trust. Em 2016, a Climate Trust Capital lançou um fundo-piloto de investimento em carbono de US $ 5,5 milhões, fornecendo capital inicial para projetos florestais, de conservação de pastagens e de digestores de gado baseados nos EUA, com base em sua capacidade de gerar compensações. O Climate Trust Capital antecipou a marcação de um Fundo totalmente investido em 2018.

Assim como este, existem muitos fundos que querem investir em projetos de crédito de carbono/economia de baixo carbono, mas a falta de informações precisas e compiladas das áreas de implantação dos projetos, em forma de um EVTEA, por exemplo, dificultam o diálogo com os investidores. O EVTEA é o primeiro passo para quem quer saber como entrar no mercado de crédito de carbono e como pode lucrar com ele.

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O QUE É MERCADO DE CRÉDITO DE CARBONO? PROJETOS DE CRÉDITO DE CARBONO – ECONOMIA DE BAIXO CARBONO

O QUE É MERCADO DE CRÉDITO DE CARBONO?
PROJETOS DE CRÉDITO DE CARBONO – ECONOMIA DE BAIXO CARBONO

Gisele Victor Batista

O mercado de crédito de carbono constitui-se num dos mecanismos usados para a mitigação do aquecimento global e da mudança do clima, em decorrência do aumento, na atmosfera, dos chamados gases de efeito estufa (GEE), provenientes da queima de combustíveis fósseis. Como envolve muitos países, as medidas para reduzir as emissões de GEE são tratadas em negociações no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU), a qual regulamenta o mercado.

Incialmente, o Protocolo de Kyoto criou um mercado internacional onde as reduções nas emissões de GEE e a remoção do CO2 atmosférico poderiam ser negociadas entre os países através de créditos de carbono. Com a entrada em vigor do Protocolo, em 16 de fevereiro de 2005, o mercado evoluiu, aumentando consideravelmente os volumes e valores negociados.

Um novo acordo foi recentemente adotado na 21ª Conferência das Partes (COP21) para a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Paris, com o objetivo central de fortalecer a resposta global à ameaça da mudança climática e a capacidade de lidar com os impactos. dessas alterações. O Acordo de Paris em 2015 foi aprovado pela maioria dos países membros da Convenção para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável.

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O MERCADO DE CRÉDITO DE CARBONO AINDA EXISTE?

O MERCADO DE CRÉDITO DE CARBONO AINDA EXISTE?
PROJETOS DE CRÉDITO DE CARBONO – ECONOMIA DE BAIXO CARBONO

(Bloomberg) – O mercado de carbono da Europa, de US$ 38 bilhões por ano, está finalmente começando a funcionar como se pretendia, controlando a poluição com um mínimo de queixas da indústria. Treze anos após ser criado para limitar as emissões de dióxido de carbono, os preços das licenças estão aumentando. As autoridades da União Europeia promulgaram medidas que deverão manter o custo da poluição em uma trajetória ascendente até 2030, levando os hedge funds que abandonaram o mercado a retornarem com tudo.

Fonte: https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2018/03/26/bilionario-mercado-de-carbono-europeu-enfim-cumpre-sua-funcao.htm

Gisele Victor Batista

Sendo considerado uma das grandes promessas, sobretudo quando se tornou uma commodities e pode ser negociado em bolsas de valores, o crédito de carbono amargou no descrédito por algumas décadas após sua criação. Contudo, este cenário foi revertido a partir de 2015, com o Acordo de Paris, quando um novo arranjo global impulsionou o mercado, com destaque ao papel da China neste contexto.

O Acordo de Paris, em 2015, foi aprovado pela maioria dos países-membros da Convenção, para reduzir emissões de gases de efeito estufa – GEE no contexto do desenvolvimento sustentável. O compromisso ocorreu no sentido de manter o aumento da temperatura média global em bem menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais e de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.

O Acordo de Paris passou a vigorar a partir de 2016, quando os governos se envolvam na construção de seus próprios compromissos, a partir das chamadas Contribuições Nacionalmente Determinadas Pretendidas (NDCs).

Por meio das NDCs, cada nação apresentou sua contribuição de redução de emissões dos gases de efeito estufa, seguindo o que cada governo considera viável a partir do cenário social e econômico local.

Atualmente, a comercialização dos créditos de carbono está em pleno desenvolvimento, acontecendo principalmente no âmbito do mercado financeiro internacional. Apesar do descrédito inicial, este mercado, que é restrito e específico, tem se efetivado através de milionárias transações comerciais.

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COMO VENDER CRÉDITOS DE CARBONO?

COMO VENDER CRÉDITOS DE CARBONO?
PROJETOS DE CRÉDITO DE CARBONO – ECONOMIA DE BAIXO CARBONO

Gisele Victor Batista

Os créditos de carbono de carbono decorrentes dos projetos de REDD (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação) e MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) podem ser comercializados tanto no mercado primário, quando ocorre a transação comercial direta entre comprador e vendedor, mas também no mercado secundário, quando as negociações são realizadas através das bolsas de valores.

A valoração do projeto é realizada através do número de crédito de carbono que foram sequestrados e/ou evitados (projetos de REDD) ou pela implantação de uma nova tecnologia ou melhoramento no processo que reduzem as emissões dos gases do efeito estufa (projetos de MDL), no contexto das mudanças climáticas.

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O FUTURO DO MERCADO DE CRÉDITO DE CARBONO NO BRASIL

O FUTURO DO MERCADO DE CRÉDITO DE CARBONO NO BRASIL.
PROJETOS DE CRÉDITO DE CARBONO – ECONOMIA DE BAIXO CARBONO

Gisele Victor Batista

Apesar de lento, o mercado de crédito de carbono no Brasil está tomando forma e promete muitas discussões. Segundo uma reportagem divulgada pela Folha de São Paulo, um setor que deverá ter reflexos diretos neste novo cenário é o da energia tradicional. A exemplo do que ocorre no México, Chile e Colombia, o Brasil também deve adotar um imposto sobre os combustíveis fósseis e carvão, com vistas à redução da poluição causada por este tipo de fonte de energia.

A reportagem informa que a decisão de adotar ou não a precificação do carbono no Brasil não é simples e deve acontecer no segundo semestre deste ano. Muitas questões ainda devem ser respondidas como a necessidade do país em adotar um mecanismo de precificação do carbono a partir de 2020 e qual seria o modelo deste mecanismo, para atender a realidade brasileira.

Todas estas medidas de redução dos gases do efeito estufa e a adoção das taxas ambientais tem o objetivo de desencorajar produtos e serviços com maior impacto, no contexto das mudanças climáticas, e incentivar as tecnologias limpas e renováveis. Contudo, apesar de impopular, a precificação do carbono é necessária e sua implantação é urgente.

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