ECONOMIA DE BAIXO CARBONO – USINAS DE BIOMASSA NA REGIÃO NORTE TERÃO FINANCIAMENTO DO BNDES

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ECONOMIA DE BAIXO CARBONO – USINAS DE BIOMASSA NA REGIÃO NORTE TERÃO FINANCIAMENTO DO BNDES

Gisele Victor Batista

A Biomassa tem sido usada de forma crescente no mundo como insumo energético, sendo que no Brasil a produção de energia elétrica da biomassa é estimada em cerca de 3% da energia elétrica total. A biomassa residual existentes em maior quantidade no Brasil é proveniente de bagaço de cana, casca de madeira, lixívia, palha e as quantidades disponíveis por ano no local de uso, definem as tecnologias comerciais disponíveis.

No Brasil, a geração e produção de energia de biomassa deverá ser uma das principais alternativas para a substituição do petróleo e seus derivados, com ênfase para a biomassa florestal destinada ao atendimento das demandas residenciais urbanas, rurais, do setor industrial, em especial a siderurgia, ressaltando a dependência da população de baixa renda do país por essa fonte de energia (GRAUER, 2001 – apud Abreu et all 2010).

No contexto da economia de baixo carbono, o BNDES aprovou condições especiais de financiamento para incentivar energia renovável em sistemas isolados de eletricidade do Estado do Amazonas. Os projetos poderão usar recursos do Fundo Clima com taxas atrativas, buscando com isso, que o crédito mais barato substitua a geração térmica poluente na Região.
Segundo o BNDES, os itens financiáveis dos projetos poderão usar 15% de recursos do Fundo Nacional de Mudanças do Clima, com taxa anual de 1%, e complementar o financiamento em TJLP, cuja taxa atual é de 7,5% ao ano, até o percentual de 80% previsto nas novas Políticas Operacionais do BNDES. Os projetos de energia solar e micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) que usarem os recursos do Fundo Clima poderão complementar o financiamento com mais 65% em TJLP e as demais fontes renováveis, como eólica e biomassa, em até 55%.
Para saber mais:
http://www.bndes.gov.br/aprova-condicoes-especiais-para-energia-rnovael-em-sistemas%20isolados-do-am/

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AGRICULTURA DE BAIXO CARBONO

Seremos Expositores_Harpia Meio Ambiente

AGRICULTURA DE BAIXO CARBONO

O Fórum das Cooperativas Agropecuárias reúne um público altamente qualificado, formado em sua maioria por presidentes e Vice-Presidentes de cooperativas agropecuárias, que buscam soluções para seus desafios de gestão e governança, compartilhar experiências de expansão de negócios, fidelização de cooperados e networking de qualidade.

A Harpia Meio Ambiente visa auxiliar essas Cooperativas na busca por soluções ambientais e sustentáveis, no contexto da agricultura de baixo carbono!

03 e 04 de abril de 2017 – Maksoud Plaza – São Paulo/SP

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Acadêmicos do curso de Agronomia participam da palestra Projeto de Crédito de Carbono e Manejo Florestal Sustentável

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Acadêmicos do curso de Agronomia participam da palestra Projeto de Crédito de Carbono e Manejo Florestal Sustentável

20/03/2017 20:28

Publicado por: Neiva Saori

No dia 17 de março, acadêmicos do curso de Agronomia da Faculdade FAEMA, participaram da palestra: Projeto de crédito de carbono e manejo florestal sustentável, ministrada pela Gisele Vistor Batista,  geógrafa pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UFSC),  MBA em Gestão de Negócios, Controladoria e Finanças Corporativas (IPOG), MBA em Gerenciamento de Projetos, mestrado de Geografia pela UFSC  e doutora em Engenharia Civil pela UFSC.

Na palestra foram abordadas sobre:  o Projeto de Crédito de Carbono, que “trata-se do mercado de créditos de carbono, que surgiu a partir do Protocolo de Quioto, acordo internacional que estabeleceu que os países desenvolvidos deveriam reduzir, entre 2008 e 2012, suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) 5,2% em média, em relação aos níveis medidos em 1990”; REED – Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação, sistema com objetivo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEEs) provenientes do desmatamento e da degradação florestal; aquecimento global; a relação da crédito de carbono em bolsa de valores.

palestra – Projeto de Crédito de Carbono e Manejo Florestal Sustentável

Neiva Saori

CDI – Comunicação, Divulgação e Informação

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Dra Gisele Victor Batista – Diretora da HARPIA – Projetos Ambientais e Financiamentos Internacionais Socioambientais

Dra Gisele Victor Batista

Dra Gisele Victor Batista – Diretora da HARPIA – Projetos Ambientais e Financiamentos Internacionais Socioambientais

Palestra:Projeto de crédito de carbono e manejo florestal sustentável

A Harpia é uma empresa de projetos ambientais e está apta para gerenciar e elaborar grandes projetos dentro de valores de desenvolvimento sustentável e responsabilidade socioambiental.

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Geógrafa (UDESC/UFSC), Doutora em Engenharia Civil – Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial (UFSC), Mestre em Geografia – Análise da Qualidade Ambiental (UFSC), MBA Gerenciamento de Projetos (FGV) e MBA em Gestão de Negócios, Controladoria e Finanças Corporativas (IPOG). Possui larga experiência em elaboração e gerenciamento de projetos de Meio Ambiente, Urbanismo e Arquitetura, nos segmentos público e privado. Diretora da empresa Harpia Meio Ambiente, onde desenvolve Estudos para o Licenciamento Ambiental, Projetos e Comercialização de Crédito de Carbono e Plano de Negócios para Financiamentos Internacionais. É sócia-membro do Instituto Histórico Geográfico de Santa Catarina e possui diversas publicações, científicas e internacionais, em Gestão Territorial, Geotecnologias aplicada ao Licenciamento Ambiental e Economia de Baixo Carbono.

entrevista no Acre

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Agradecimentos a todos os responsáveis e presentes na palestra sobre Economias de Baixo Carbono

Muito Obrigado
Agradecimentos especiais à FAEC por ter cedido o espaço e toda a estrutura necessária para o acontecimento deste evento.

A União Meio Ambiente, em Parceria com a Amazon Imóveis e a Harpia Meio Ambiente agradece enormemente a todos os presentes na palestra “O mercado de carbono após a cop 21” sobre Economias de Baixo Carbono, ministrada pela Dra. Gisele Victor Batista na sede da FAEAC – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre. Cujo agradecemos especialmente pela hospitalidade, espaço e infra-estrutura, sem a qual não seria possível o acontecimento do evento.

Para acompanhar nosso trabalho, acessem sequestrarcarbono.com.br e sigam nossos perfis nas redes sociais.

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MERCADO DE CARBONO DA CALIFÓRNIA

mercado de carbono na california

MERCADO DE CARBONO DA CALIFÓRNIA

Mercado de Carbono – Projetos de Carbono – Economia de Baixo Carbono

Gisele Victor Batista

A Califórnia, nas últimas décadas, apresentou um forte crescimento econômico, o que a colocou, em 2016, no patamar da sexta maior economia do mundo, passando países como França e Brasil. Contudo, apesar de o desenvolvimento poder gerar sérios problemas de ordem socioambiental, no caso da Califórnia foi diferente, pois o desenvolvimento local foi resultado direto de investimentos em tecnologia de energia limpa, estimulado por políticas climáticas do Estado.

Em 2013 e 2014, nos dois primeiros anos do experimento do mercado de carbono californiano, o Estado acrescentou 900 mil empregos, uma taxa de crescimento de 5,4%, que, de longe, ultrapassou a taxa nacional americana de 1,8%. Atualmente, o Mercado de Carbono da Califórnia é um dos mais fortes e reconhecidos mercado de comercialização de crédito de carbono do mundo e vem agregando outros comércios, como o mexicano, o canadense e até mesmo o brasileiro.

No início, os céticos tentaram desqualificar o programa de cap-and-trade do Estado porque a demanda por créditos vendidos no mercado combinado de carbono da Califórnia e do Quebec havia diminuído, sobretudo, no período da crise econômica mundial (2008 e 2009). Contudo, o programa climático do Estado da Califórnia manteve-se estruturado, apesar de ousado, quando estipulou uma diminuição aos níveis de 1990 até 2020, 15% abaixo das emissões dos gases do efeito estufa (GEE).

Tendo o mercado de carbono como foco central, o California Protocolo de Cumprimento Offset, projetos florestais dos EUA,  tem agora mais de 34 milhões de créditos de compensação emitidos. Esse total inclui mais de 7,7 milhões de toneladas de propriedades pertencentes a Tribos Nativas Americanas e 09 projetos localizados em 06 estados diferentes. De fato, a segunda maior emissão individual até agora no mercado da Califórnia é do projeto da tribo Apache da White Mountain no Arizona, com mais de 4 milhões de créditos de compensação emitidos no primeiro ano.

Os benefícios financeiros e ambientais decorrentes da participação nos mercados de carbono constituem um claro incentivo para aqueles que pretendem investir neste segmento. Os pagamentos por créditos de carbono, que são um impulso muito importante para implantação de novos projetos, sobretudo os florestais, tem feito com que a Califórnia estreite a parceria com países em desenvolvimento, como por exemplo, o Brasil. Ainda, estimativas apontam que o Estado da Califórnia tenha uma recompensa da ordem de US $ 23 bilhões em benefícios até 2025, quando os regulamentos cap-and-trade e transporte da Califórnia irão resultar em benefícios cumulativos de custos evitados de saúde, segurança energética, etc.

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